Barqueiros sofrem por não ter onde atracar

O problema de atracar para embarque e desembarque nas margens do Rio Madeira em Humaitá vem de tempo, por isso que foi construído o Porto Flutuante é uma espécie de rampa onde os barcos ficam ancorados e onde ocorre o embarque e o desembarque de passageiros.

A correnteza do rio é muito forte e como o próprio nome do rio sugere Madeira, tem muitos galhos, pedaços de madeira e sujeira, quando chegam ao porto flutuante ficam presas e forçam os cabos que o prendem no local,pode ser arrastado por isso foi interditado, sem  segurança não tem como funcionar.Por esse motivo os donos de embarcações continuam usando as barrancas (margem) do rio como porto, cada um tem o seu espaço para ancorar, quando por algum motivo, são forçados a sair do local, ficando sem opção para atracar e desembarcar e embarcar passageiros e mercadorias, é isso que está acontecendo nesse momento com as embarcações pequenas que levam pessoas para as comunidades do interior de Humaitá, estão sem onde atracar.

 

A equipe do Barrancas falou com donos das embarcações e com o Agente Fluvial da Marinha sobre o caso:

Um dos donos de embarcação que faz o interior e trabalha ha 17 anos como barqueiro da região de Humaitá,  transporta  idosos, deficientes que precisam  ter um acesso adequado, espera a solução do problema do porto que funcione continuamente.

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Até  lá, estão sem local para atracar as embarcações, os passageiros e barqueiros precisam passar por dentro de outro barco, para chegar a  embarcação.

 

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O local que estavam os barcos

 

Segundo o barqueiro que estava no local à marinha alegou que aonde o barco estava atracado era local de risco próximo ao portão, uma área proibida. O porto flutuante não funciona, às vezes abre por um mês e depois passa o resto do tempo parado, segundo barqueiro.

 

 

Outro barqueiro disse que a marinha o pediu para retirar o barco, quando ele perguntou, onde poderia encostar o pediram que mudasse de posição, mas depois mandaram que retirasse a embarcação para longe do portão.

 

Conforme a notificação abaixo:

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A orla de Humaitá não há mais local para as embarcações atracarem, barqueiros estão desolados e preocupados com a situação e não veem uma solução para o problema.

 

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Em conversa com o Agente Fluvial da Marinha de Humaitá, Marcelo Barreto Rosa, confirma que na ocasião da  inspeção naval foi constatado que os barcos ancorados próximo ao porto estavam realmente em uma área de risco, comprometendo a segurança, devido à proximidade do porto (no momento esta fechado para o tráfego).

O Agente Fluvial  Marcelo disse que estão estudando para ver as possibilidades do porto, e como solução de urgência  buscar por novos locais, distantes do centro, mas que assegurem a segurança do pessoal no momento.  E se coloca a disposição das pessoas para escolher um local adequado, onde possam atracar.

Afirmando que a melhor opção é o dialogo, ele confirma que a Marinha esta aberta e se empenha na busca das melhores alternativas possíveis e mais seguras para a população.

 

 

 

 

 

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Autor: Direto da Redação
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