Carta de Suicídio da Mãe de Bernardo foi Forjada diz Laudo

Perícia encomendada pela mãe de Odilaine Uglione e avó de Bernardo indica que bilhete foi escrito por outra pessoa. Ministério Público deve decidir em breve se pede a reabertura do caso

Precisou o Bernardo morrer, para as pessoas começarem a desconfiar do suicídio da mãe dele. A delegada do caso aceitou como verdade absoluta a tese de suicídio e o testemunho do pai de Bernardo, o médico e dono de uma clinica, uma das melhores da região.

O Juiz por mais que o Bernardo procurasse socorro, para livrar-se dos maus tratos que sofria o juiz não deu à mínima e entregou o Bernardo aos cuidados dos que estão sendo acusados de mata-lo. Parece um enredo de filme policial, infelizmente não é, são fatos reais que aconteceram e, levaram uma criança a ser morta por pura ganancia de pessoas, uma delas sendo acusado o próprio pai, pelos testemunhos, inclusive do próprio Bernardo, não tinha o menor amor pelo filho, à madrasta que queria o dinheiro do menino todo para a “família dela”, a amiga por causa também do dinheiro aceitou matar uma criança, que queria apenas viver, com pessoas que o amavam, esse direito de Bernardo o pai e a Justiça negaram. Esperamos agora a mesma justiça, faça realmente justiça e, condene todos os envolvidos no assassinato do menino Bernardo e sua mãe Odilaine.

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Agora segundo a reportagem do  Fantástico que foi ao ar nesse domingo, da TV Globo, a vó materna de Bernardo encomendou uma perícia sobre a suposta carta de suicídio de Jussara Uglione mãe de Bernardo.

O laudo técnico apontou que a carta de suicídio de Odilaine Uglione, mãe do menino Bernardo, foi forjada.

 “Aquela carta nunca me confortou. Eu ainda disse: mas essa carta, essa letra não é da Odilaine”, afirmou Jussara ao programa.

A mãe de Bernardo foi encontrada morta com um tiro na cabeça dentro da clínica do marido, o médico Leandro Boldrini, em fevereiro de 2010, em um caso tratado pela polícia como suicídio. Depois do brutal assassinato de Bernardo em abril do ano passado, porém, a família de Odilaine passou a pedir areabertura do caso. Leandro Boldrini e a madrasta do menino, Graciele Ugulin, estão presos acusados da morte de Bernardo. A assistente social Edelvânia Wirganovicz e o motorista Evandro Wirganovicz também foram indiciados.

Ricardo Caires dos Santos, um dos peritos responsáveis pelo laudo, apontou diferenças entre a caligrafia da carta de suicídio e a de outros textos comprovadamente escritos por Odilaine. “São dois punhos totalmente diferentes. Pessoas diferentes que assinaram”, opinou. Para o perito, quem forjou a carta conhecia a letra da mãe de Bernardo e tentou imitá-la. “É uma pessoa que já conhecia a escrita dela, uma pessoa muito próxima a ela”, disse ele.

O Ministério Público requisitou à polícia novas informações sobre a investigação da morte de Odilaine e deve decidir em breve se pede a reabertura do caso. A delegada responsável pela investigação, porém, defende a conclusão da polícia na época.

“Não houve erro na investigação. O que não pode é querer forçar uma situação que não existiu, que não ficou provado. Eu não levo muita fé em pericia particular. Eu não posso me basear nisso. Eu tenho que me basear no quê? Em fatos”, disse ao Fantástico Caroline Bamberg, que também cuida do caso Bernardo.

 

 

com informações veja/ fantástico

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Autor: Direto da Redação
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