Médico Roubava da saúde e uma parte investia em dupla sertaneja

Tem dinheiro para a saúde,  só que é roubado, deixando a população sem atendimento e sofrendo humilhações e dores,  sem medicamento correto.  Agora descobriram amina de ouro que é criar institutos  que são administrados por amigos dos gestores, aonde é concentrada a verba que vem para o estado ou município, e dizem que é para não pagar impostos, mas na realidade, assim fica mais fácil para desviar como  a operação da Policia Federal Maus Caminhos está demostrando .

Médico preso na ‘Maus Caminhos’ seria responsável pelo sucesso de Alok e duplas sertanejas

O dono da AudioMix Marcos Araújo, o ‘Marquinhos’,  teria investido esse dinheiro na carreira dos artistas da empresa, entre eles o DJ Alok e duplas sertanejas.

Médico preso na ‘Maus Caminhos’  investiu R$ 30 milhões na produtora AudioMix, em Goiânia.  Dinheiro oriundo de desvio de dinheiro da saúde do Amazonas, da organização criminosa liderada por ele que teria mais de R$ 110 milhões desviado do Fundo Estadual de Saúde do Amazonas.

De acordo com informações da PF, a empresa AudioMix era utilizada pelo empresário Mohamad Mustafa para lavar dinheiro oriundo dos desvios milionários da área de Saúde do Amazonas. Mohamad tem porcentagem em artistas da produtora.

O dono da AudioMix Marcos Araújo, o ‘Marquinhos’,  teria investido esse dinheiro na carreira artística dos artistas da empresa, entre eles o DJ Alok e duplas sertanejas.

O esquema

As investigações constataram que o Instituto Novos Caminhos (INC) concentrava repasses vultosos feitos pelo Fundo Estadual de Saúde do Estado do Amazonas. De abril de 2014 a dezembro de 2015 foram repassados ao INC mais de R$ 276 milhões.

Em análise feita pela CGU foi constatado que o INC recebeu R$ 153 milhões a mais para a gestão de 165 leitos de baixa complexidade que o Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto aplicou para a gestão de 378 leitos de alta complexidade.

A partir de então, foi identificada uma série de fraudes nos contratos de serviços de saúde, que ocorriam pela contratação de empresas comandadas direta ou indiretamente pelo médico e chefe da organização investigada, Mouhamad Mostafa.

Ele é sócio-administrador da Salvare Serviços Médicos Ltda e da Sociedade Integrada Médica do Amazonas Ltda (Simea), e controlava ainda a Total Saúde Serviços Médicos e Enfermagem Ltda, por meio de procuração emitida pela presidente do INC.

Ele realizava articulações junto ao governo para obter acesso às verbas públicas de saúde e, assim, conseguir as liberações de pagamentos junto às secretarias de governo.

 

Fonte:portalcm7

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Autor: direto da redação
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