Membros da família da Waldívia Alencar, podem também ir para cadeia por corrupção

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MARIDO, DOIS FILHOS E GENRO DE WALDÍVIA ALENCAR, PRESA POR CORRUPÇÃO, PODEM IR PARA A CADEIA NA SEGUNDA FASE DA ‘OPERAÇÃO CONCRETO ARMADO’

Além de Waldívia, Vanessa Alencar da Silva (Filha), Michel Ferreira de Alencar Monteiro (Filho), José Maria Pertote de Figueiredo (esposo) e Rafael Clementino Pinto da Silva (Genro), também são investigados e suspeitos de atuarem na organização criminosa.

Uma nova fase da Operação Concreto Armado, deflagrada no último dia 18 pelo Ministério Público do Amazonas (MP-AM), deve ser posta na rua na primeira quinzena de maio deste ano.

Segundo uma fonte, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MP deve, nessa nova fase da operação, pôr na cadeia três integrantes da família da ex-secretária de Infraestrutura do Amazonas, Waldívia Alencar, presa no último dia 18, suspeita de associação criminosa, peculato, fraude em procedimento licitatório e lavagem de dinheiro, cometidos sob a forma de organização criminosa.

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Segundo o Gaeco, também integravam a organização criminosa supostamente liderada por Waldívia Alencar, o marido dela, José Maria Pertote de Figueiredo, a filha Vanessa Alencar da Silva, o filho Michel Ferreira de Alencar Monteiro e o genro Rafael Clementino Pinto da Silva.

De acordo com a mesma fonte, outros suspeitos de integrarem a organização criminosa também deverão ser presos.

Waldívia Ferreira Alencar foi secretária de Infraestrutura do Amazonas durante quase 7 anos, entre 20/08/2009 e 02/10/2015.

 

Waldívia Alencar com a família: marido, filha, filho e genro são acusados pelo MP de integrarem a organização criminosa que atuava na Seinfra e que seria liderada pela ex-secretária (Foto: Reprodução / Facebook)

Segundo o Gaeco, apurou-se durante a investigação a existência de diversas investigações a tramitarem no Tribunal de Contas do Estado do Amazonas e em diversos setores do próprio Ministério Público do Estado do Amazonas, relatando a não execução de obras ou serviços e superfaturamentos de contratos e licitações em valores superiores a R$ 25 milhões, no período em que Waldívia Alencar comandava a Seinfra.

O Conselho de Controle de Atividades Financeiras do Ministério da Fazenda emitiu Relatório de Inteligência Financeira, analisado pelo Laboratório de Tecnologia Contra Lavagem de Dinheiro do MP, tendo apurado uma série de movimentações atípicas pelos investigados.

Diante disso, o Gaeco, em cooperação com o Gaeco do Ministério Público de Santa Catarina, buscou bens móveis e imóveis pertencentes aos investigados, havendo-se apurado que, no período em que a ex-secretária estava à frente da pasta de Infraestrutura, ela e familiares obtiveram um “extraordinário” crescimento patrimonial incompatível com as rendas declaradas.

As investigações apontam que Waldívia Alencar e os parentes, em nome próprio e por intermédio de empresas, ao todo, se tornaram proprietários de vinte e três imóveis espalhados entre Manaus e Florianópolis (SC) avaliados em mais de R$ 11 milhões de reais.

Tais aquisições envolvem imóveis de alto valor, a exemplo de duas casas no Condomínio Ephygênio Sales, em zona nobre de Manaus e um supermercado que ocupa um quarteirão, três flats de luxo para aluguel e cinco imóveis na cidade de Florianópolis.

 

Fonte:portaldozacarias

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Autor: redação
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