4 coisas que um parceiro que trai não quer que você saiba

Ciência revela curiosidades sobre a traição 

O que dizem os estudos sobre casos de infidelidade? Veja como a traição pode ser vista por nós e curiosidades “estranhas” sobre. 

Considerando o estudo do psicólogo, Ragnar Beer, as pessoas acreditam em índices mais altos para a traição. Somando 44% para homens casados e 36% para as casadas.

Porém, no verdadeiro estudo, Beer afirmou que 28% dos homens casados traem e 18% dos adultérios é cometido pelas mulheres.

A verdade é que, quanto mais estudada a traição, mais comum ela tem se tornado. Apesar de só 35% dos casais continuarem o relacionamento após um episódio assim, estudos afirmaram que mais da metade dos infiéis não têm medo de serem descobertos e nem pretendem deixar o caso.

Ao invés de se arrepender, as pessoas têm tratado a infidelidade mais como algo “normal” hoje em dia.

Já em nossa realidade, é difícil encontrar uma pessoa que não passou ou não conhece alguém que já passou pela experiência da infidelidade. Seja traindo ou sendo traído. De acordo com isso, os dados se tornam até baixos.

Por isso, o site de relacionamentos, Meu Rubi, fez uma lista de curiosidades descobertas em estudos sobre as traições.

Quem está traindo gasta mais com a beleza 

Se surgir dúvidas, você pode ficar de olho nessa característica. Mulheres são sempre mais vaidosas, entretanto, podem ficar ainda mais quando estão mantendo um caso fora do casamento. Algumas gastam o dobro em salão de beleza, produtos caros e roupas que não precisam, apenas para impressionar o amante.

Já os homens, que são menos vaidosos – mas nem todos, é claro -, começam a prestar mais atenção em sua beleza física. Na maioria das vezes fazem o mesmo que as mulheres, começam a gastar mais em coisas supérfluas para impressionar.

Os gêneros encaram a traição de maneiras diferentes  

Apesar de comum e bastante ouvida, é uma curiosidade que vale a pena lembrar aqui.

As mulheres encaram pior uma traição que houve sentimentos do parceiro com a outra. Já os homens, encaram de maneira pior quando houve relações sexuais com outros.

Períodos de ovulação são favoráveis à traição 

O período de ovulação é o período fértil da mulher. Até aí não há novidades. O que faz sentido aqui é o fato dela estar mais propensa a procriar a espécie, ou seja, sente-se mais atraída e consequentemente pode buscar casos fora do casamento.

Infiéis procuram relações no local de trabalho 

É o que revela uma pesquisa feita por um site de relacionamentos. Cerca de 68% das pessoas que estão dispostas a trair, passam 1h17 procurando um parceiro extra no local de trabalho.

Os hormônios afetam diretamente 

Não é novidade que o cérebro libera o hormônio dopamina depois de alguma atividade prazerosa como praticar exercícios, comer algo gostoso ou fazer algo que nos deixa alegres.

Sabe-se que há dois tipos existentes de dopamina, a longa e a curta. Um cientista descobriu que pessoas com dopamina longa têm 50% de chance de trair o parceiro, enquanto os outros têm apenas 22%.

Outro hormônio responsável é a vasopressina, ou como chamada “hormônio do aconchego”, pois é a responsável por criarmos laços com outros seres.

As pessoas que apresentam índices mais baixos de vasopressina também tendem a buscar casos extraconjugais mais facilmente, pois sentem menos confiança ao se relacionar.

A maioria do reino animal é poligâmico.

Assim como outras espécies, nós humanos somos considerados animais, entretanto, com a capacidade de pensar.

Ao analisar outras espécies de mamíferos, constatamos que apenas 3%, contando com nós, são monogâmicos. A grande maioria é poligâmico.

Considerando isso, podemos dizer que somos dos poucos que têm apenas um parceiro por vez e não surpreende que alguns fujam disso.

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