A Ministra Tampão da Casa Civil é casada com o chefão do MST

Eva Maria Cella Dal Chiavon, é casada com o principal executivo do Movimento dos Sem Terra, Francisco Dal Chiavon, vulgo “Chicão do MST”. O sujeito é um dos fundadores deste “movimento” e um dos componentes do “exército do Stédile”, o tal, convocado pelo Lula para defendê-lo.

Fazendo uma busca pelo Google, é possível encontramos centenas de resultados para “Chicão do MST”, quase todos eles relacionados a invasão de propriedade privada e destruição de patrimônio alheio. Pois é a senhora que agora comandará um dos mais importantes ministérios do Brasil e terá sob sua rública grande parte do orçamento da União. Ao que tudo indica, o exército do Stédile ja começou a se movimentar em defesa do chefe-mor.

Treze anos após sair de Chapecó, a nova ministra da Casa Civil, Eva Maria Cella Dal Chiavon, ainda mantém vínculos com o Oeste. Mesmo vivendo em Brasília ou na Bahia, onde recebeu o apelido de “Dilma da Bahia”, no governo Jaques Wagner, ela continuou visitando a região.

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Saiba  mais sobre a ministra-substituta:

 

A atuação ativa de Eva nos movimentos sociais. Seu marido, Francisco Dal Chiavon, foi da direção nacional do Movimento dos Sem Terra (MST). Ela também atuou no Movimento das Mulheres Camponesas (MMC).

Foi chefe de gabinete na Prefeitura, no Governo da Bahia e exerceu cargos de direção em ministérios. O fato de ser alçada à ministra substituta deve-se a proximidade com Jaques Wagner, de quem foi assessora parlamentar já nos anos 1990. Ela começou assessorando Luci Choinacki e depois Jaques Wagner e Milton Mendes.

Retornou para Chapecó onde foi secretária de Habitação do prefeito José Fritsch, em 2000. Depois assumiu a chefia de gabinente de Fritsch e, de Pedro Uczai, quando Fritsch se licenciou para concorrer ao governo do Estado. Eva Maria foi uma das coordenadoras de campanha do petista em 2002, sendo que ele quase foi para o segundo turno no lugar de Luis Henrique da Silveira (PMDB), contra Esperidião Amin (PP). Quando Luís Inácio Lula da Silva foi eleito presidente, ela acabou sendo convidada para assessorar Wagner no Ministério do Trabalho e Emprego.

Nesse momento foi quem ela deixou o apartamento situado na rua General Osório, em Chapecó, para morar na capital federal. Depois seguiu Wagner quando ele foi eleito governador da Bahia, assumindo como Secretária da Casa Civil do Governo da Bahia. Lá ganhou o apelido de Dilma da Bahia, no tempo em que isso era considerado um elogio pela boa gerência e firmeza nas decisões.

Depois voltou para Brasília quando Jaques Wagner assumiu o Ministério da Defesa. Lá teve um desgaste com os militares ao encaminhar um decreto que encaminhava ao ministério da Defesa a competência para assinar atos relacionados a área militar. Depois foi secretária-executiva do Ministério do Planejamento, com a ministra Mirian Belchior. Em 2015  foi para a Casa Civil, novamente seguindo Wagner. Agora ocupa o cargo que era do seu ex-chefe, enquanto não é resolvido o imbróglio com Lula.

 

O deputado afirmou que na semana passada chegou a falar com ela por telefone, sobre a nomeação de Lula para o ministério. E disse estar orgulhoso de ter uma chapecoense no primeiro escalão do governo.

fonte: jornal de santa catarina

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